Foi adequado ao Tratado de Bolonha para o 1.º Ciclo com o grau de Licenciatura, com esta transformação foi dado um salto qualitativo apreciável já que esta mudança foi pensada para dar resposta às necessidades sistémicas e integradoras que a sociedade do conhecimento exige: dinamismo dos conhecimentos, exigência de novas competências e uma adequação contínua ao mundo do trabalho.
Aqui, como noutras áreas do saber, as obsolescências são criadas a cada dia que passa pela apropriação e disseminação do conhecimento por cada vez mais pessoas, equipas de trabalho e entidades. E mais: o espírito do próprio curso passou a ter uma orientação estratégica para o prazer de aprender, para a auto-aprendizagem cruzada num processo dialéctico com a hetero-aprendizagem, de modo a que o aluno-aprendente sempre saiba construir pontes entre o que é e o que devia ser, entre o real e o desejado, entre o ontem e o amanhã, entre o objectivo e o resultado.
Em suma: tem-se vindo a criar uma ambiência e um conjunto de práticas que garantam cada vez mais um profissional responsável pelas suas competências e pelas competências daqueles que com ele trabalham.
Possuir competências é ter a consciência plena que as mesmas não são imorredouras e que, como tal, há sempre a necessidade e vantagem competitiva de aprender a desaprender, de garantir uma curiosidade criativa, de saber gerir redes de informação e relacionais, enfim, de ser gente e pensar na gente que os outros são.