História

ESBOÇO HISTÓRICO DO ISMAI, PROSPETIVANDO O FUTURO DA EMERGENTE UNIVERSIDADE DA MAIA.

Com enquadramento no Decreto-lei n.º 271/89, de 19 de agosto, foi formalmente constituída a Maiêutica, Cooperativa de Ensino Superior, C.R.L. em 23 de abril de 1990 no Primeiro Cartório Notarial do Porto, tendo sido publicados os seus Estatutos em Diário da República – III Série, n.º 150, em 3 de julho de 1991. O reconhecimento de interesse público e autorização de funcionamento do Instituto Superior da Maia foram assegurados pela Portaria n.º 1006/91, de 2 de outubro.
A Cooperativa, constituída por dezassete membros fundadores, como entidade instituidora, assumiu o compromisso, perante o Presidente da Câmara Municipal da Maia, de desenvolver as ações conducentes à criação de uma Instituição de Ensino Superior que viria a funcionar no ano letivo de 1990/1991 nas instalações da Quinta da Gruta, situadas no Castêlo da Maia, com cedência gratuita, por seis anos, para funcionamento do Instituto Superior da Maia – ISMAI. Adiantava o documento de cedência, que o objetivo seria «a afirmação do ISMAI no panorama do ensino superior português, e venha a constituir a base segura, forte e robusta dum estabelecimento de ensino superior que ansiamos para a nossa terra: a Universidade da Maia».

A frequência inicial do ISMAI foi de 117 alunos, distribuídos por quatro cursos de bacharelato – Solicitadoria e Assessoria Jurídica (o ISMAI foi pioneiro neste curso); Gestão de Pequenas e Médias Empresas; Contabilidade e Relações Públicas. Em 1995-1996, a sua população escolar aumentou para 2000 alunos, com o elenco de cursos reforçado pelo funcionamento em 1992 dos bacharelatos em Educação Física e Desporto, (alterado em 1995 para um plano de estudos de licenciatura); em Informática de Gestão (alterado para CESE em 1993) e Psicologia com o grau de licenciatura em 1995.


Em 1998, pelo Aviso n.º 5958/98, de 13 de abril, foram publicados os Estatutos do ISMAI, autorizando a Instituição a conferir os graus de bacharel, licenciado e de mestre, desenhando-se, assim, a natureza de instituição universitária, tendo em conta que, só em 2005, os Institutos Politécnicos foram contemplados com o grau de mestre, através da Lei n.º 49/2005, de 30 de agosto.
No mesmo ano de 1998, o ISMAI participou com oito dos seus docentes, em cooperação com a Câmara Municipal da Maia, na preparação da candidatura e na execução do Projeto MaiaInova, financiado pela iniciativa comunitária ADAPT. A equipa do projeto era assim constituída: Carlos Neves Moreira – Coordenador; Eduardo Sá Couto – Coordenador-Adjunto; Alexandre Valente Sousa – Consultor; Jorge Oliveira Sá – Consultor; Henrique Silva – Técnico Informático; José Sousa – Técnico Informático; Silva Ramos – Técnico Financeiro; Fernando Correia – Técnico Informático Programador; Carla Sousa – Técnica Informática Programadora e Cândida Fernandes – Secretária Administrativa. Paralelamente, havia uma comissão consultiva integrando: o Presidente do ISMAI, Doutor Domingos Oliveira Silva; o Presidente da Câmara Municipal da Maia, Prof. José Vieira de Carvalho; o Presidente da Direção da Maiêutica, Dr. Pedro Gradim e o representante da ANJE – Núcleo do Norte, Dr. José Luís Reis.


A Comissão Técnico-Científica tinha a seguinte composição: Eng.º Moniz da Cunha (Diretor da Portugal Telecom); Eng.º Luís Barbot (Diretor da Hewlett-Packard); Eng.º Carlos Lacerda (Diretor da Microsoft Portugal); Dr. Libório Silva (Diretor do Centro Atlântico); Doutor Alexandre Valente Sousa (docente do ISMAI e consultor da equipa do projeto – atual Diretor do Departamento de Ciências da Comunicação e Tecnologias da Informação do ISMAI); Dr. Carlos Neves Moreira (Coordenador do Projeto – então e hoje docente do ISMAI) e Dr. Eduardo Sá Couto (Coordenador-Adjunto do Projeto).  No desenvolvimento desta dinâmica, decidiu-se apresentar candidaturas ao PRODEP que foram bem sucedidas. O êxito viria a traduzir-se na aquisição de equipamentos que permitiram criar e iniciar o funcionamento do Centro e Laboratório Multimédia (C.L.M.), ainda hoje notável na prestação de serviços no âmbito do Marketing, tendo proporcionado deste então, diversos estágios aos alunos dos diferentes cursos no âmbito das TIC’s, favorecendo fortemente a divulgação da oferta institucional aí centrada. Para além deste Centro, foram criados ainda, um Centro Multidisciplinar de Diagnóstico e Organização do Movimento Humano e um Laboratório de Neuropsicologia Clínica e da Terapia da Fala, Voz e Linguagem, que causaram um forte impulso na melhoria da qualidade dos cursos em Educação Física e Desporto e na Psicologia.
Preparando a devolução das instalações da Quinta da Gruta, depois da aquisição de várias frações de terrenos contíguos, visando um terreno único contínuo, foi construída, em 1995, a 1.ª fase das instalações próprias, condições que permitiram o acolhimento da crescente população escolar que atingiria em 1999/2000, mais de 3300 alunos.
Por essa altura, ao pioneirismo do curso de Solicitadoria, o ISMAI já tinha adicionado os cursos de licenciatura em Gestão do Desporto (1997) e de Segurança do Trabalho (1998).

Com a criação do Centro de Investigação de Apoio à Formação (CIAF) em 1995, e obtida autorização oficial para o funcionamento do Centro de Formação ao Longo da Vida (C.F.L.V.) em 18 de fevereiro de 1999, tornou-se possível prestar valiosos, diversificados e inovadores serviços, sobretudo de formação, valorizando os recursos humanos do tecido empresarial envolvente, principalmente no âmbito da Sociedade da Informação, em interação com a Câmara Municipal da Maia, que acabava de constituir o Parque de Ciência e Tecnologia da Maia (TECMAIA), instalado nos espaços abandonados pela empresa “Texas Instruments” da Maia, reativados para o efeito.
Desde então, o C.F.L.V. tem realizado largas dezenas de ações de formação profissional financiadas no âmbito de programas como: PESSOA, PROFAP, ADAPT, FORDESQ, LEONARDO DA VINCI, POEFDS e outros, merecendo ainda realce a formação interna ministrada a colaboradores da Instituição. 
Pela mesma altura, foram prestados serviços a importantes organizações/instituições como: Fundação Serralves; Museu Amadeo de Sousa Cardoso; Câmara Municipal da Maia; Transportes Coletivos do Porto e L. J. Carregosa.
Na viragem do século, a cooperação do ISMAI, com a Câmara, tomou a sua máxima expressão, consubstanciada com o apoio financeiro da Maiêutica de 90.000 contos (450.000 euros) o que se tornou decisivo para apresentação do Projeto Maia Digital, que no seu planeamento e conceção, beneficiou do suporte, ainda mais importante, de docentes e técnicos do ISMAI, especializados nas novas tecnologias, distinguindo-se os mesmos na sua execução e gestão técnica.
Importa recordar que o Projeto Maia Digital surgiu na sequência da aprovação do Programa “Cidades Digitais” em abril de 1997, no quadro do POSI – Programa Operacional da Informação, tendo a Câmara Municipal da Maia como parceiros, além da Maiêutica/ISMAI, ainda a Empresa Municipal “Academia das Artes da Maia – Produções Culturais E.M.”, a Associação Nacional de Jovens Empresários, a Porto Editora e o TECMAIA, entidades que se associaram em consórcio.
Tal projeto foi um dos 25 projetos integrados na estratégia de uma rede de “Cidades e Regiões Digitais”, dinamizados pelo POSI e pela UMIC, e visava a promoção da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s), junto de cidadãos, estabelecimentos de ensino, empresas e serviços públicos, como forma de combater as assimetrias regionais e acelerar o acesso à informação e a novos serviços.
A conceção e execução foram lideradas pela mesma equipa técnica, responsável pelo Projeto MaiaInova e prolongar-se-ia até 2006, tendo sido cumprido, com aprovação oficial, em 98,8% do orçamento previsto de 8.350.000€, tendo constituído um extraordinário fator de enriquecimento da formação de novos e mais qualificados empregos, do crescimento económico e do desenvolvimento global da qualidade de vida de toda a população, residente e prestadora de serviços, produzindo riqueza no concelho.


Em 2003, a Maiêutica reforçou a sua aproximação ao tecido empresarial com a negociação e aquisição de 29650 ações nominativas da sociedade TECMAIA, associando-se assim, a um compromisso que envolvia cerca de 50 empresas, ligadas por um novo modelo de desenvolvimento, beneficiando de espaços de utilização comum, mantendo, cada empresa os seus próprios espaços e equipamentos para o desempenho do seu papel económico e social, com impacto, a nível local, regional, nacional e internacional. Esta vocação para a interação e o intenso envolvimento com a sociedade deverá ter estado na origem do convite dirigido à Maiêutica, em novembro de 2010, pelo Conselho de Curadores da Fundação AEP (Associação Empresarial de Portugal), no sentido de integrar o Conselho, o que veio a concretizar-se em 11 de janeiro de 2011.
Com o crescimento da população escolar do ISMAI que atingiu, em 2003/2004, a totalidade de 4052 alunos, impunha-se o aumento de espaços, alguns especializados nas diferentes vertentes de ensino, aprendizagem e investigação, pelo que se construíram novas instalações. Iniciadas em 2003, foram concluídas e inauguradas em 2005.
 À data, estava em desenvolvimento a arquitetura legislativa para estruturação do processo de Bolonha, prevendo-se que os planos de estudos dos cursos de licenciatura, até então, de 4 e 5 anos, fossem reduzidos para três anos, implicando obrigatoriamente a revisão do plano de desenvolvimento estratégico do ISMAI. Tomada a consciência de que havia desenvolvimento da qualidade, sustentada na considerável melhoria da qualificação do corpo docente, nos estímulos à investigação científica, assim como na permanente reorganização institucional e sistémica, reforçada com a criação de unidades funcionais no apoio à lecionação, investigação, prestação de serviços e internacionalização, considerou-se que estavam reunidas condições para a criação de cursos de mestrado que vieram a merecer aprovação e a ter início em 2005/2006, com crescimento lento nos três anos seguintes e, considerável, desde então, até atingir cerca de 700 alunos em 2017/2018 e 2018/2019.


Após a publicação do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, esteio legal da implementação do processo de Bolonha, o ISMAI possuía 14 cursos de licenciatura e 7 cursos de mestrado aprovados e em funcionamento. As licenciaturas compreendiam: Aconselhamento Psicossocial; Ciências da Comunicação; Contabilidade; Criminologia; Educação Física e Desporto; Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança; Gestão do Desporto; Gestão de Empresas; Gestão de Marketing; Gestão de Recursos Humanos; Informática de Gestão; Psicologia; Redes de Comunicação e Telecomunicações; Relações Públicas; Segurança e Higiene no Trabalho; Sistemas de Informação e Software; Solicitadoria; Tecnologias de Comunicação Multimédia e Turismo. O elenco de cursos de mestrado compreendia: Aconselhamento e Psicoterapia, alterado para Consulta Psicológica, Aconselhamento e Psicoterapia; Avaliação e Intervenção Neuropsicológicas; Ciências da Educação Física e Desporto, na Área de Especialização em Educação Física Escolar; Comunicação na Era Digital – Estratégias, Indústrias e Mensagens; Prevenção e Tratamento de Adições alterado para Prevenção e Tratamento de Toxicodependências; Psicopatologia da Comunicação e Linguagem; e Sexologia.

Em 2005/2006, foram criados os Cursos de Especialização Tecnológica (CET) de nível IV que foram autorizados em todas as instituições de Ensino Superior, pelo Decreto-Lei n.º 88/2006, de 23 de maio, afirmando-se no ISMAI fortemente atrativos, atingindo, no ano letivo de 2011/2012, um total superior a 500 alunos, cerca de metade do total dos mesmos cursos em funcionamento nas restantes instituições de ensino superior privado.
Com entusiasmo e na expectativa de que a Lei n.º 1/2003, de 6 de janeiro, respeitante ao Desenvolvimento da Qualidade do Ensino Superior, tivesse grande impacto, em maio de 2003, foi criado o Gabinete de Avaliação – GAV que viria a ter um forte impulso em 2007/2008, evoluindo para uma unidade funcional de maior alcance e eficácia, tomando a designação de Gabinete de Estudos, Planeamento, Avaliação e Qualidade (GEPAQ), integrando ainda um Gabinete de Estatística (GE), com a finalidade de garantir apoio na análise estatística, não só no desenvolvimento dos projetos de investigação científica, mas também nas perceções dos alunos, docentes e funcionários, expressas nos sistemáticos inquéritos disponibilizados e preenchidos pelos mesmos.
A ativação e a dinâmica da nova estrutura funcional de avaliação permitiram que, com grande confiança, fosse apresentada a candidatura à avaliação institucional pela Associação Europeia das Universidades (EUA), com apoio financeiro da DGES que viria a concretizar-se em 2009 e 2010. Das conclusões e recomendações do Relatório Final da EUA, resultou um importante Plano de Ação para 2011-2014, que haveria de repercutir-se  no desenvolvimento da garantia da qualidade, refletido em diversos campos de intervenção, incidindo fundamentalmente no incremento da investigação científica que conduziu à organização e ativação de seis unidades de investigação, uma delas com o máximo sucesso em 2013, traduzido na acreditação do 1.º curso de Doutoramento em Psicologia – Especialidade de Psicologia Clínica.
Este curso de Doutoramento sustentou a alteração do reconhecimento de interesse público do Instituto Superior da Maia – ISMAI para natureza universitária, com a designação de Instituto Universitário da Maia – ISMAI, através do Decreto-Lei n.º 6/2014, de 14 de janeiro.
 Devido à publicação do Decreto-lei n.º 43/2014, de 18 de março, ao contrário de algumas universidades, dotadas de estatutos que previam a integração de unidades orgânicas politécnicas, os institutos universitários ficaram impedidos de ministrar cursos de CET a partir de 2015/2016. Ao mesmo tempo, foram impedidos de criar Cursos Técnicos Superiores Profissionais, obrigando a entidade instituidora do ISMAI a refletir sobre o novo enquadramento legal, encontrando apenas uma alternativa para suavizar os danos – criar um Instituto Superior Politécnico.
Os prejuízos causados pelo desaparecimento de 500 alunos/ano dos CET do ISMAI, com impacto negativo nos anos seguintes, nos cursos de licenciatura e de mestrado, foi demonstrado perante as autoridades do Ministério que, compreendendo a singularidade da situação, acabaram por aprovar a criação do Instituto Politécnico da Maia, cujo reconhecimento de interesse público foi assegurado pelo Decreto-Lei n.º 114/2015, de 28 de junho, e os seus Estatutos publicados em Portaria n.º 235/2015, de 7 de agosto.

Em 2016/2017, foi construído um Complexo Desportivo no Campus Académico, inaugurado em 19 de maio de 2017, com a presença dos Excelentíssimos Senhores, Primeiro-Ministro e Secretário de Estado do Desporto, tornando-se um fator decisivo para o reforço de um conceito inovador, no ensino superior, associando-se o ensino e a aprendizagem ao desporto, nas mais diferentes vertentes, intracurriculares e extracurriculares.
Com um investimento superior a onze milhões de euros, o Complexo Desportivo constitui uma estrutura singular no país, que garante apoio à lecionação dos cursos e à investigação científica, na área do Desporto, proporcionando ainda um enorme envolvimento com a comunidade interna e a sociedade, garantindo uma efetiva prestação de serviços de elevado nível, manutenção da saúde, lazer e recreio, a maioria deles conectado com projetos de investigação, financiados e não financiados, da responsabilidade da unidade de investigação – CIDESD. 
A sua relevância advém de várias unidades funcionais integradas e integradoras, devendo reconhecer-se, que o seu contributo constituiu valor acrescentado em 2017, pelo reforço de melhoria de condições favoráveis, bem e justamente ponderadas pela A3ES na acreditação do curso de Doutoramento em “Ciências do Desporto – Especialidades: Exercício e Saúde; Rendimento Desportivo”.

Deverá ser realçado que desde 1993 até 25 de setembro de 2018, concluíram os seus cursos, no ISMAI, 20819 (vinte mil e oitocentos e dezanove) estudantes, conforme se segue: CESES – 874; Bacharelatos – 1891; Licenciaturas – 13183; Mestrados – 2469; CET’s – 2319; Pós-Graduações – 70 e Cursos de Especialização – 13.
Em 2018/2019, a Maiêutica, entidade instituidora do Instituto Universitário da Maia – ISMAI tem, no interior do seu Campus Académico, em funcionamento no âmbito do ISMAI, 14 cursos de licenciatura, 14 cursos de mestrado e 2 cursos de doutoramento, totalizando mais de 3.000 alunos.

A Universidade da Maia, em processo de criação, estará muito empenhada na consolidação e no alargamento da sua formação educativa, primando pela qualidade distinta dos empregos mais qualificados, à medida das crescentes exigências, motivadas pelas dinâmicas das mudanças ditadas pelas necessidades do mercado, refletidas no diversificado mundo do emprego, procurará atualizar permanentemente os seus planos de estudos e as metodologias a adotar, sintonizados com objetivos sempre renovados. Continuará a missão de «proporcionar e valorizar a formação integral dos estudantes e funcionários nos diversos ramos do saber científico, técnico e cultural, motivando-os para a inovação e desenvolvimento», consubstanciando a divisa da Instituição «Bonum Studium, Optimus Labor».

O seu projeto constituirá um verdadeiro ecossistema de excelência, onde se interiorizou uma cultura de avaliação e inovação e se perspetivam novas oportunidades para os docentes, investigadores, estudantes e funcionários. Afirmar-se-á como uma Universidade de investigação aberta, globalizante, participativa, competitiva, partilhada e de formação de excelência, inserida no tecido económico e social que lhe corresponde, bem como no sistema de ensino superior global, integrado numa dinâmica, viva e atuante, a nível nacional e internacional, pugnando com determinação, pelos valores fundamentais como: liberdade de ensinar, aprender e investigar; respeito pelos direitos, liberdades fundamentais e participação democrática na vida académica; dignidade de ensino, em interligação com a investigação, pura e aplicada, observando princípios morais e éticos; respeito pelos princípios de identidade nacional e de educação para a cidadania, aberta à multiculturalidade, à inclusão, pluralismo ideológico e religioso; assunção da educação e cultura, como valores determinantes para adaptação às mudanças que condicionam a vida humana; atitude de cooperação e solidariedade universitárias; reconhecimento e valorização do mérito científico, cultural e profissional, em prol do desenvolvimento local, regional, nacional e internacional. 

Símbolos e Insígnias

O ISMAI tem selo, timbre, sinete, bandeira e hino, bem como outros símbolos próprios definidos e protegidos por lei.

Lema

A divisa do ISMAI é bonum studium, optimus labor (estudo sério, ótimo trabalho).

Dia do ISMAI

O dia do ISMAI é comemorado a 2 de outubro, data em que, no ano de 1991, o Instituto foi reconhecido como estabelecimento de ensino superior.​​​​